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O FASCINIO DA INDIA E NEPAL – MARÇO DE 2015

O  FASCINIO  DA   INDIA  E  NEPAL

MARÇO 2015  –  Período: de 5 a 27 de março

Agende a apresentação desta viagem para o dia e horário de sua preferencia.
Todas as perguntas e dúvidas serão esclarevidas individualmente. Caso tenha interesse em agendar este encontro e saber mais sobre a viagem envie um email para mhavena@terra.com.br
Seja bem vindo.

VIDEO DE DIVULGAÇÃO  –  https://www.youtube.com/watch?v=depF82nx8Ko&feature=youtu.be

 

Rajastão

Operadora na INDIA – KAPIL TOURS &TRAVEL

http://www.goldentriangle-india.com/

Agencia no Brasil – BELLA TERRA TURISMO –

lívia@bellaterratursimo.com.br

http://www.bellaterraturismo.com.br

 Coordenação: Maria Helena Avena  – kapiltours@terra.com.br

 PROGRAMA INDIA

 Uma das civilizações mais antigas do nosso planeta, a Índia é um país de contrastes. Dos suntuosos palácios e monumentos do Antigo Império aos seus diferentes tipos de santuários ecológicos, a Índia fascina o mundo com seu jeito único de ser essencialmente exótica ,misteriosa e bela.

A diversidade de línguas, hábitos e modo de vida não impedem que haja uma grande unidade na cultura do país.

Ao mesmo tempo em que cada estado tem seu próprio modo de expressão, como na arte, música, linguagem ou culinária, o indiano é profundamente arraigado ao sentimento de amor à sua nação e tem orgulho de sua civilização ancestral, o que mantém viva até hoje sua arte, cultura de tradições.

Moeda – Rúpia Indiana( 1 dólar +- 45 rúpias)

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TEMPLO FLOR DE LÓTUS – DELHI

05 DE MARÇO – SAIDA DO RIO DE JANEIRO, EM VOO DA BRITSH AIRWAY ás 22:55h, com escala em Londres, no Aeroporto de Heathrow

 

07 DE MARÇO – Chegada ás  .09:10h  no Aeroporto Internacional Indira Gandhi, em Nova Delhi. Após passar pela Alfândega & Imigração, o representante da Empresa estará recepcionando o grupo da forma tradicional da Índia.

Após recepção traslado para o Hotel Le  Meridien e Check in.

Resto do dia livre para descanso e adaptação ao fuso horário da Índia, cerca de 8h e meia de diferença ( a mais) do Brasil.  – Jantar e noite no Hotel

08 DE MARÇO : DELHI

Após o café seguimos  para visitar a  histórica Old Delhi :  Raj Ghat, o memorial de Mahatma Gandhi e , a Mesquita Jama Masjid, construída em 1648 uma das maiores mesquitas da Índia.

Mais tarde, visita a Nova Deli:  Índia Gate – No centro de Nova Deli se ergue imponente a a 42 m de altura  a famosa Porta da Índia ,  como arco no meio de uma .Depois vamos visitar o Qutub Minar, o mais famoso e alto “minarete” da Índia, com  72 metros de altura com mais de  oito séculos.

 Resto do dia Livre para atividades particulares

– A noite coquetel e jantar de boas vindas na casa do diretor da empresa em Nova Delhi, uma oportunidade do grupo conhecer mais de perto os hábitos e costumes do pais.

Pernoite no  Hotel.

 

 

 

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HAWA MAHAL – Palacio dos Ventos – JAIPUR

09 DE MARÇO – DELHI –  Após o Café da Manhã sairemos para visitar o “ Aksharhdam Temple” , um lugar impressionante  que mostra a magnitude da antiga arquitetura da Índia  e uma amostra dos dez mil anos  da cultura Indiana.  Almoço  – Resto do dia livre

10 DE MARÇO: DELHI – Após o café da manhã  visitaremos  o belíssimo Lótus Temple, que tem esse nome pela sua forma de uma flor de Lótus, símbolo da Índia.

Depois do almoço  iremos conhecer e fazer compras em “ Connaught Place” , onde está localizado o popular mercado Palika Bazaar. Encontra-se de tudo e a preços bem baratos.

 

11 DE MARÇO-  DELHI / JAIPUR  –  carro ( aproxim. 275 Kms )

Chegada no Hotel em Jaipur, Check In. resto do Dia Livre para descanso e outras atividades independentes.

Programa Opcional –  Show de Marionete (Puppets) a noite

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 Aksharhdam Temple

12 DE MARÇO : JAIPUR 

 Após o café da manhã ,bem cedo,  visitaremos o  Forte Amer, um típico Palácio/Forte , uma  mistura da arquitetura hindu e muçulmana. O percurso até o Forte é uma experiência inesquecível, pois vamos fazer a longa subida  “montados” em elefantes.

Após almoço, vamos visitar o  Observatório Astronômico “ Jantar Mantar”, e o Hawa Mahal, ou Palácio dos Ventos , um dos mais fascinantes monumentos da Índia e  o principal cartão postal da cidade, cuja fachada , composta de 933 pequenas janelas,   serviam para as mulheres do harém do marajá pudessem observar as ruas sem que ninguém as visse. Hoje é apenas uma das “fachada” do City Palace.

Noite – Visita ao “Chokhi Dhani “ ( Uma vila Étnica), tipo Resort)

Chokhi Dhani Village apresenta um tema diferente para cada dia, uma celebração que mostra a cultura Rajashthani , diversão, entretenimento, jogos, compras, culinária, dança folclórica, música e muito mais Jantar e Show, incluídos no pacote  –   Pernoite no Hotel

 

 13 DE MARÇO : JAIPUR / FATEHPUR SIKRI / AGRA DRIVE (240 Kms aprox)

Após café da manhã, saímos  em direção a  Agra  para conhecer o magnífico Taj Mahal. No trajeto, vamos visitar  Fatehpur Sikri , construída pelo Imperador Akbar em 1569 para ser a capital do seu império e abandonada após 15 anos devido à escassez de água.

Chegada  a Agra e check In no Hotel.  – Pernoite no Hotel. 

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Mesquita Old Delhi

14 DE MARÇO : AGRA

Após o café da manhã , vamos  visitar o   famoso “Taj Mahal”, o “ Monumento do Amor” imortalizado em mármore. branco, pelo imperador Mughal Shah Jahan como mausoléu para sua amada rainha Mumtaz Mahal, após sua morte, em 1631. O TAJ é  Patrimônio Mundial da UNESCO e  considerado uma dos sete maravilhas do mundo.Visitaremos também o  magnífico Forte de Agra (Red Fort)  que se tornou famoso porque ali ficou preso até sua morte, a mando do filho, o Imperador Shah Jahan  que construiu o Taj Mahal.

A noite – Show especial “MOHABBAT e  o   THE TAJ SHOW”

O ‘Mohabbat-the-Taj “, é  um espetáculo retratando a saga do amor. O verdadeiro e imortal amor do Imperador  Shajahan pela Imperatriz  Mumtaz Mahal-sua bela esposa. – Pernoite no Hotel


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AMER FORT  – JAIPUR

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15 DE MARÇO : AGRA/ DELHI  (aprox.220 Kms ) + VÔO para COCHIN

Após café da manhã saímos em direção Delhi para  tomar o  vôo para Cochin, que parte às  14:05 Hs e chega Cochin em 18:30 hrs. Chegada e traslado ao Hotel .

Pernoite no hotel em Cochin

 16 DE MARÇO : COCHIN  – SUL DA INDIA

Após o café da manhã  no hotel  vamos visitar o Palácio holandês do século 16, a Sinagoga mais antiga da época da colonização britânica e conhecer as  redes de pesca típicas na região..

À noite vamos  apreciar o tradicional show de dança Kathakali , dança tradicional da região

 ( Programa Opcional)  –  Jantar e pernoite no Hotel.

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                                                                                                                    ALLEPPEY

 KOCHI ou COCHIM  –  é a maior cidade do estado de Kerala, na Índia e um dos principais portos na costa ocidental do país. Tem cerca de 600 000 habitantes, e a sua área metropolitana, mais de 1 500 000 habitantes, tornando-a a maior área urbana do Estado de Kerala

Permaneceu como capital da Índia Portuguesa até 1530, quando os portugueses elegeram Goa como capital. A cidade mantém, hoje, uma herança colonial de culturas e mistura tradição e modernidade.

17 DE MARÇO : COCHIN / ALLEPPEY – de carro (aprox. 60 km ).

Após café da manhã e check-out , saímos de carro  para Alleppey. Lá chegando, vamos viver uma experiência especial e única. Ficaremos hospedados em  um HOUSEBOAT, embarcação típica da região.

Café da manhã, almoço, jantar e pernoite no HouseBoat , incluídos no Pacote

   

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Dança Kathakali

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 Qthub Minar

18 DE MARÇO:  ALLEPPEY / KUMARAKOM   (Aprox. 50km)

Após o café da manhã,  desembarcamos e vamos para o Hotel,  para check in

 KUMARAKOM-  é sem dúvida o paraíso fascinante mais revigorante do Estado de  Kerala, chamada de “terra dos deuses”.Uma pacata  aldeia localizada as margens do Lago Vembanad entre florestas de manguezais  e  vastos coqueirais em toda parte,  arrozais, sinuosas lagoas e remansos, mangues , aves de uma centena de variedades , lugares que pacificam e revigoram a  mente. 

19 DE MARÇO:  KUMARAKOM /COCHIN  (Aprox. 75km)

 Após café da manhã vamos em direção a  Cochin . No trajeto visitaremos  um  Templo Jain (Jainismo  é uma das religiões mais antigas da Índia, juntamente com o hinduísmo e o budismo) e a Ilha de Willington, que deve seu nome ao  Lord Willingdon, ex-vice-rei britânico da Índia, É uma ilha artificial e  local dos melhores hotéis da cidade e centros comerciais

Mais tarde  tempo livre visitar o maior Shopping Center na Índia – “LULU”, com cerca de  230.000 metros quadrados e é parceiro  da grande cadeia de hotéis JW Marriott.

Pernoite no hotel , dessa vez, perto do aeroporto de Cochin , para facilitar o traslado para tomar o Vôo para Katmandu

 20 DE MARÇO: COCHIN / KATMANDHU

Transferência de manhã cedo para o aeroporto para pegar o vôo de Katmandu. O vôo  é através de Delhi . Saída de Cochin às  07:25 Hs. escala em Delhi e chegada em Katmandu  às 14:55 h.

Recepção e traslado para o Hotel . O resto do dia será livre para relaxar.

Pernoite no hotel em Katmandu

NEPAL

Período  21 de março a 25 de março

Antigo reino, hoje  republica, encravado nos Himalayas, é um dos mais ricos países do mundo em termos de biodiversidade, tendo uma excepcional posição geográfica e Oito das 12 montanhas mais altas do mundo, acima de 8 mil metros encontram-se lá. O país, com uma população de mais de 22 milhões de habitantes,  é uma mistura de grupos étnicos e subgrupos que falam mais de 70 línguas e dialetos, sendo o Nepali a língua oficial e a rupia nepalesa a moeda do país.

 

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 Stupa Boudanath 

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21 DE MARÇO: KATHMANDU 

Após o café da manhã iniciamos   City Tour através da cidade de  Kathmandu, começando por  Durbar Square – o antigo quarteirão residencial real que possui mais de 50 importantes  Templos, incluindo visita ao Palácio  Kumari, residência da ” Deusa Viva” uma tradição  da região em que uma jovem é escolhida por meio de um processo de seleção antigo e místico para se tornar a encarnação humana da deusa-mãe Hindu. 

Seguimos depois para  Swamyambhunath a  “stupa” com os olhos do Buda pintado nos quatro lados, um local sagrado para os budistas há mais de 2.500 anos, um dos símbolos do Nepal.

Visitaremos também a  ‘Stupa de  Bouddhanath local onde se reúne, hoje, a maior parte da comunidade tibetana no vale de Kathmandu,  formada por antigos imigrantes e por refugiados recentes vindos a partir da invasão chinesa ao Tibete, em 1950

Pernoite no hotel

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22 DE MARÇO:  KATHMANDU – BHAKTAPUR – NAGARKOT

 Após o café da manhã, seguiremos  para Nagarkot e no caminho visitaremos  Bhaktapur,  “a cidade dos devotos”, Começaremos  o passeio com  uma visita à Golden Gate e depois iremos  visitar o palácio das 55 janelas , Portão os Leões , o Templo  Nyatapola (o mais alto em seu estilo de todo o Nepal), e templo Bhairab Dattratraya .

Mais tarde continuaremos em direção a  Nagarkot , um destino turístico internacional,  considerado   o melhor local  da região para  apreciar o magnífico nascer do sol  com vistas espetaculares dos Himalayas , incluindo o Monte Everest.  Pernoite no Hotel.

Nargakot e os Himalayas

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23 DE MARÇO : NAGARKOT – KATHMANDU

Após o café da manhã retornaremos para   Kathmandu para  visitar a cidade de Patan, também conhecida como Lalitpur – “a cidade da beleza “ que está  separada de Kathmandu apenas pelo rio Bagmati e é a segunda maior cidade do Vale.

OBS:Para aqueles que querem levar para casa um tapete tibetano, este é o lugar ideal para comprá-los. Posterior transferência para o hotel. – Pernoite no Hotel  

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24 MARCH : KATHMANDU – FREE DAY

Dia livre para descanso e compras. Sugerimos o Bairro de Thammel

PROGRAMA OPCIONAL – Pela manhã  quem desejar poderá fazer um vôo sobre os Himalayas caso o tempo não esteja nublado.

A noite  jantar de despedida em um restaurante Nepalês em Katmandu seguido por danças típicas

 ( Incluído no pacote) – Pernoite no Hotel

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Palácio da deusa Viva – Kumari

25 DE MARÇO: Após o café da manhã  no Hotel , partida para o aeroporto para tomar o vôo para Nova Delhi . Check in e estadia no Hotel ,perto do aeroporto para facilitar o embarque para o Brasil, levando as lembranças maravilhosas vividas.

 26 DE MARÇO – EMBARQUE PARA O BRASIL –  Embarque às 03:40h/ chegando ao Rio às 21h do dia 27 de março

  FIM DOS NOSSOS SERVIÇOS

RELAÇÃO DOS HOTEIS – INDIA E NEPAL

CATEGORIA – DE LUXE

– NOVA DELHI – Le Meridien

http://lemeridien.hotelsgroup.in/le-meridien-new-delhi.html

– JAIPUR  – Rajputana Palace Sheraton

http://www.itchotels.in/hotels/itcrajputana.aspx

 – AGRA – Jaypee Palace

http://www.jaypeehotels.com/contact_us/index.aspx

– COCHIN – Oberoi Trident

http://www.oberoihotels.com/oberoi_amarvilas

– ALLEPPEY –  Houseboat

– KUMAKARON – Vivanta By Taj Kumarakom

http://www.vivantabytaj.com/kumarakom-kerala/overview.html

– COCHIN – Courtyard by Marriot (ficaremos dessa vez nesse Hotel, perto do aeroporto pois viajamos cedinho para o Nepal

– NEPAL – KATMANDHU – Soaltee Crown Plaza

http://www.ihg.com/crowneplaza/hotels/us/en/kathmandu/ktmnp/hoteldetail

– NAGARGOT – The Fort http://www.tripadvisor.com.br/Hotel_Review-g315763-d338287-Reviews-The_Fort_Resort-Nagarkot_Bagmati_Zone_Central_Region.html

 

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LUMBINI – Local de nascimento de Gautama Buddha

Lumbini  palavra sânscrita que significa  “a adorável” é um dos quatro  lugares sagrados de  peregrinação budista. Está localizado  no Nepal, no sopé dos Himalayas , a 25 km a leste da cidade nepalesa de Kapilavastu, distrito Rupandehi, perto da fronteira indiana.

a piscina, em primeiro plano onde Buddha foi banhado e ao fundo o Templo Maya Devi

Lumbini é o tradicional local de nascimento de Siddhartha Gautama, o Buddha, fundador do budismo  e curiosamente os importantes eventos relativos a sua vida ocorreram sob as árvores.Os outros três locais  estão na Índia: Body Gaya (iluminação), Sarnath (primeiro discurso) e Kushinagar (morte)

As bandeiras de preces

Segundo a tradição budista, Maya Devi (ou Mayadevi) deu à luz o Buddha no caminho para casa de seus pais em Devadaha no mês de Maio no ano de 623 bC . Sentindo  o aparecimento de dores de parto, ela agarrou os galhos de uma árvore e na  sua sombra  deu à luz Siddharta Gautama, que seria o futuro Buddha .

A chama eterna acesa

A tradição budista  diz que ele andou imediatamente após seu nascimento e deu sete passos, sob cada um dos quais uma flor de lótus desabrochou e teria  anunciado, “Este é meu renascimento final na terra”.

O Pilar de Ashoka

No ano de  249 aC, o grande  imperador Ashoka visitou Lumbini e mandou construir  quatro stupas (monumento budista) e um pilar de pedra. O Pilar de Ashoka tem uma inscrição que pode ser traduzido como: “Rei Piyadasi (Ashoka), amado de devas, no ano 20 da coroação, ele próprio fez uma visita real ao local onde Buda Sakyamuni nasceu e erigiu um pilar de pedra em honra ao nascimento de  Bhagavan [“abençoado”].

O templo antigo

Local exato do nascimento de Gautama Buddha

Diversos mosteiros e templos foram construídos em Lumbini, até o século 9, mas o budismo ficou esquecido no local após a chegada do Islã e depois hinduísmo. Tudo o que restava era uma escultura, reverenciado por mulheres locais como um símbolo de fertilidade. O jardim de nascimento de Buda ficou  perdido por cerca de mil anos.

Um dos templos ao redor de Lumbini

O site foi redescoberto em 1895 , quando um arqueólogo alemão encontrou o Pilar de Ashoka, identificado por sua inscrição. Registros feitos pelo peregrino chinês Fa Xian também foram utilizados no processo de identificação neste site sagrado para os budistas de todo o mundo. Lumbini foi considerado  pela UNESCO como Patrimônio Mundial em 1997.

Os jardins

A Árvore "Bodhi"

Lumbini  é um grande jardim no meio de um bosque repleto de  árvores. No entorno do local sagrado, foram construídos  muitos templos budistas e santuários de várias nações estão espalhados ao redor . O templo mais importante em Lumbini é a Maya Devi Temple , que foi construído para   consagrar o tradicional local do nascimento do Buda.

templo Maya Devi

O templo  é um edifício  simples que protege as ruínas antigas, onde foi identificado o local exato do nascimento do Buda .As delicadas esculturas de arenito  descobertas nesse lugar  estão agora expostas no Museu Nacional, em Katmandu.

Maya Devi Templo

No topo do templo tem uma pequena torre quadrada , como nas stupas de Kathmandu, com os olhos de Buda em cada lado e um pináculo de ouro em cima.

No lado sul do templo está a piscina sagrada , onde se diz que Maya Devi teria se banhado antes do parto, e onde o Buda, recém-nascido, era lavado por dois dragões.

os devotos

a piscina em primeiro plano

O Templo de Maha Devi  está rodeado pelas fundações de tijolos de antigos templos e mosteiros, que foram conservados para re-lembra a história que ali teve origem.

Longas fileiras de coloridas  bandeiras de oração são amarradas entre árvores. Elas carregam orações e mantras que, segundo a crença budista,  o vento leva para o céu .

O Pilar de Ashoka está localizado  perto do templo Maya Devi e  protegido por uma pequena cerca, decorada com bandeiras de oração e as bandeiras dos fiéis. Em torno do pátio que contém o pilar  são colocadas  tigelas de paus de incenso, e não há espaço para sentar na frente do pilar para a contemplação.

O Pilar de Ashoka

Peregrinos do mundo todo visitam o local e durante horas ficam sentados à sombras das árvores, em meditação, imóveis, apenas sentindo a energia desse lugar .

Lumbini, é um lugar onde a devoção fala mais alto e temos apenas de saber escutar. 


O Santuário dos Annapurnas – Pokhara

Os Annapurnas

A cidade de Pokhara é um dos destinos turísticos mais populares no Nepal . Conhecida pela sua atmosfera tranqüila, pela beleza da paisagem circundante e principalmente porque ai está localizado o acampamento base para os trekkings do Circuito dos Annapurnas, Himalaya.

Campo Base do Annapurna

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circuito Annapurna

Os Annapurnas, nome sânscrito que significa, “deusa das colheitas” é um maciço de montanhas localizado no Nepal, ao norte da cidade de Pokhara. As montanhas mais altas deste maciço são chamadas de Annapurna, seguido de um algarismo romano, numerando-as por ordem decrescente de altitude. O Annapurna I, com 8091m, é a montanha mais alta do maciço; o Annapurna II, com 7937m, é a segunda, e assim sucessivamente.

Annapurna ao amanhecer

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O Annapurna I foi a primeira montanha com mais de 8 mil metros a ser escalada na história do alpinismo, no ano de 1950, por uma expedição francesa, liderada por Maurice Herzog e é a décima montanha mais alta do mundo e uma das mais difíceis e perigosas, dentre as montanhas com mais de 8 mil metros.

circuito Annapurna

O circuito Annapurna, leva até 25 dias de caminhada e já foi considerado um dos melhores passeios no mundo apesar da construção de estradas que ameaça a sua reputação e seu futuro como uma trilha clássica.

um dos caminhos para a trilha dos Annapurnas

No entanto, ninguém contesta que o cenário é impressionante e leva você em uma caminhada através de cenários magníficos : rios, flora, fauna e acima de tudo – as montanhas.

Fiz um circuito de duas semanas e foi maravilhoso. Era quase inverno, estava muito frio e a neve super escorregadia. Tinha lugares que andar era um ato heróico, mas o silencio, a beleza, a paz e o branco da neve envolve a todos…….parece que flutuamos nas nuvens e ao mesmo tempo temos os pés bem fincados no chão, pois de outra forma a queda é certa. Difícil, mas uma experiência indescritível, que fica gravada indelevelmente na nossa memória.

O Lago

O lago e as montanhas

Com cerca de 250 mil habitantes (2005) , Pokhara está localizada em uma antiga rota comercial importante entre a China e Índia .
No século 17 era parte do poderoso Reino do Kaski que foi um dos Rajaya Chaubise (24 reinos do Nepal), governado por um ramo da dinastia Shah.
Ainda existem ruínas medievais, dessa época, em muitas montanhas ao redor de Pokhara . 

 

passeio de barco para visitar o Templo Barahi

Navegando para o Templo Barahi

Milhares de turistas visitam a cidade durante todo o ano, e a grande maioria estão lá para fazer o trekking, ou uma caminhada até o acampamento base do Annapurna .

Templo de Mahaastami

Monge Budista

Templo de Bhadra-Kali

O vale, onde está situada a cidade é rodeado por montanhas a partir das quais se descortinam paisagens maravilhosas.

Sarankot

Sarankot

Um dos lugares onde os visitantes têm uma das vistas mais deslumbrantes é na localidade de Sarangkot (1.600 m). Pode-se chegar até lá de carro, ônibus ou moto. Temos uma visão de 360 graus da região e a paisagem é de tirar o fôlego.

Lago Phewua

Outro belo cenário é o Lago Phewa, que sobressai no meio da cidade que cresceu à sua volta,tendo ao fundo os Annapurnas. Ao seu redor encontram-se dezenas de restaurantes, com mesas e cadeiras espalhadas pelos jardins às margens do lago, onde contemplar o por do sol é um dos momentos mágicos que ali vivemos. Muitos turistas se concentram nesse local, para beber a deliciosa cerveja ‘Everest” e conversar sobre as trilhas já feitas e as “a fazer”.

Cena comum nas ruas de Pokara. Fritando "Roti" delicioso bolinho da culinária nepalesa

A perda da importância comercial da cidade foi compensada em razão dela ter se tornado um pólo turístico importante do Nepal . Além disso, Pokhara é uma cidade moderna com muitas atrações turísticas na própria cidade.

Pokhara tendo ao fundo os "Annapurnas"

No antigo centro, no norte da cidade se concentram muitas lojas antigas e armazéns no estilo Newari ,ainda podem ser encontrados.

Teleférico

São várias as formas de conhecer a cidade

A área turística está localizada ao longo da costa norte do lago , e é composta principalmente de pequenas lojas, pequenos hotéis, restaurantes e bares .Os grandes hotéis podem ser encontrados nas regiões do sul e do leste da cidade, de onde pode-se ter uma vista mais privilegiada das montanhas.

Tem vista mais linda?????/

Vila de Ghandrung

Na cidade existem também modernos centros comerciais e muitos templos. Com certeza não podemos sair de Pokhara sem visitar o “Templo Barahi”, localizado em uma ilha no lago Phewa, que é acessível apenas por barcos.

O coloridos dos barcos que levam os visitantes para passeio no Lago

È um passeio delicioso. Barquinhos coloridos levam os visitantes até a ilhota onde se ergue o templo, sempre lotado e ali testemunhamos a devoção desse povo tão especial – o nepalês.

Outro lugar especial para visitar é a “Stupa’ (monumento budista) pela Paz Mundial construído em 1996, em uma colina a cerca de 1.113 m de altura, com vista para o lago , para a cidade e dos picos nevados que circundam a cidade.

Universidade

Faculdade de Ciencias Médicas

Entrada de um dos "Campus"

Pokhara também tem várias instituições educacionais importantes como o Prithivi Narayan Campus, faculdade onde estudam a maioria do nepaleses, cerca de 18 mil  além de várias faculdades e institutos e de outras universidades

Pokhara Devils Fall

Pokhara Devi’s Fall Nepal é outro lugar delicioso , também conhecida localmente como Patale Chhango , é a cachoeira mais fascinante em Pokhara e a primeira do seu tipo no Nepal . Durante a estação das monções (chuvas) o nível das águas de Devi sobe a uma altura impressionante e a turbulência das águas chega até a barreira de segurança construída em torno das quedas.

Mahendra-Cave

Outro lugar misterioso e emocionante para visitar é a “Caverna Mahendra” perto da cidade de Pokara e que os moradores locais chamam de “ Casa dos Morcegos” (Chamero Odaar) onde , claro, se abrigam centenas de morcegos .A caverna é toda decorada com estalagmites e estalactites espetaculares  brilham quando a luz das lanternas incidem sobre elas , um verdadeiro festival de beleza.

International Mountain Museum (Museu Internacional da Montanha)

International Mountain Museum

Museu de História Natural

E claro não poderiam faltar os Museus. Coloquem nas suas agendas: o Museu de História Natural e o Museu Internacional da Montanha são visitas imperdíveis.
O primeiro, é um museu que mostra os estilos de vida e da história dos Gurungs, Thakalis e Tharu e faz parte do projeto da área de Conservação do Annapurna. Borboletas, insetos, pássaros  e animais selvagens são encontrados na região de Annapurna, dentre outros espécimes.

Faculdade de Engenharia e Ciencias

Um dos Laboratórios

O Museu Internacional da Montanha tem varias salas de exposição e as principais são: Hall do Himalaya e Grande Hall do Mundo das Montanhas. Nas salas estão expostos modelos de picos famosos, manequins de alpinistas famosos, equipamentos e materiais utilizados na cultura, montanhismo e estilo de vida dos povos de montanha, a flora e fauna, incluindo a parte geológica.

Rua principal da cidade de Pokhara

 

a Bandeira Nacional do Nepal, a única no mundo que tem esse formato

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Uma curiosidade é que na invasão do Tibet, pela China, milhares de refugiados vieram para o Nepal e se estabeleceram  na Índia, em Darhamsala  e ao redor de Pokhara. Foram  mais de 300 mil pessoas que fugiram do domínio chinês.

Entrada de um dos "Campos de Refugiados" tibetanos, em Pokhara

Monumento Budista no Campo de Refugiados

Em torno de Pokhara há quatro campos, num total de uns 4 mil refugiados. Em todo o Nepal são em torno de  15 mil ainda assim incomparavelmente menos do que os que seguiram o Dalai Lama para a India.

a simplicidade das casas e da vida dos refugiados tibetanos

 

a bandeira do Tibet, hasteada em um dos Campos tendo ao fundo a beleza dos Annapurnas

 

Templo tibetano em um dos Campos de Refugiados

 Os “campus de refugiados” se estabeleceram como um pequeno Tibet, construíram escolas, templos mas os refugiados têm uma vida difícil sobrevivendo basicamente do artesanato vendidos aos turistas.

Um dos galpões de exposição do artesanato tibetano

 

O templo Jampaling ao pôr do sol no Campo de refugiados interior de um dos templos dos "Campos"

respeito e devoção dos monges tibetanos

Estive visitando um dos campos e, como o nepalês,o tibetano recebe a todos com um largo sorriso, falam da saudade do seu país mas são agradecidos ao governo do Nepal tê-los recebido.

O Lago e os Annapurnas , símbolos de Pokhara Sua magestade.............a montanha

 Pokhara é uma cidade mágica mesmo para aqueles que não fazem a caminhada pelas montanhas. Estimula o imaginário de todos, desperta, em cada um, o espírito aventureiro e memórias esquecidas de épocas atemporais.

a majestosa natureza

Aqui, nesse local a capacidade de SONHAR é potencializada e descobrimos que o sonho é possível, desde que acreditemos nisso.

O sol de põe e o dia vai dormir para dar lugar ao “descanso” da noite, nesse “santuário de beleza , onde a natureza se revela em toda a sua grandeza

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Uma Jóia do Nepal – Monastério de Kopan

 MONASTERIO BUDISTA DE KOPAN – TRADIÇÃO MAHAYANA

Entrada do Monastério

Monastério de  Kopan , está situado ao norte da antiga cidade budista de Boudhanath , na cdade de  Katmandu, capital do Nepal.

Em razão da sua localização privilegiada, no alto do monte que lhe deu o nome (Kopan) , desfruta-se  de uma  vista  magnífica de toda a região.  Pela mesma razão o   monastério também pode ser visto de diversos pontos da cidade .

Uma grande e magnífica árvore “Bodhi”  domina o lugar que há muito tempo atrás era a casa do astrólogo ao rei do Nepal.

O Monastério , que segue a  tradição do Budismo  Mahayana,   estava localizado anteriormente , na região de  Solu-khumbu , nas montanhas dos Himalayas

Em 1971, o Lama Zopa Rinpoche,  reencarnação do Dalai Lawudo, um yogi (homem santo) da minúscula aldeia de Lawudo, cumpriu a promessa feita pelo  Lawudo Lama ,de iniciar uma escola monástica para as crianças locais  que seria erguida no Monte Kopan.

Lama Yeshe um dos dois fundadores de Kopan

 A escola foi chamada de  Mount Everest Center. No ano de 1971, vinte e cinco monges vieram  das montanhas   para ensinar na escola  e assim teve inicio, o trabalho que tornaria  Kopan um dos mais importantes centros de aprendizado do Budismo Tibetano.

Lama Zopa Rinpoche o outro fundador

Hoje,  Kopan é um mosteiro próspero , com  360 monges residentes , oriundos principalmente do  Nepal e do Tibet. É um oásis espiritual para centenas de visitantes  de todo o mundo que vem participar , ao longo do ano, dos diversos cursos e retiros  organizados pelo Monastério.

Em 1979, Lama Yeshe (1935-1984)  convidou monjas para estudar em Kopan, uma prática incomum nos mosteiros tibetanos.

Monja

Hoje existem 320 monjas, a maioria dos quais tibetanas, mas todas vivem no seu próprio mosteiro nas proximidades de Kopan . Participam plenamente , junto com os monges , dos estudos filosóficos e debates, bem como seguindo as suas próprias práticas.

parte do belissimo jardim

Thubten Yeshe  foi um lama tibetano que, enquanto exilado no Nepal, co-fundou o  Mosteiro (1969) e a Fundação para a Preservação da Tradição Mahayana (1975). Ele destacou-se pela forma não-convencional de seu estilo de ensino .

A vida no Monastério é muito simples. Os próprios monges cuidam de tudo, limpeza dos alojamentos e do refeitório, preparação dos alimentos, compras, administração do mosteiro, etc.

Alojamento dos monges

Eles chegam a Kopan em torno dos   sete anos de idade provenientes de todo o Nepal e de países dos Himalaia, como o Tibete, Índia, Butão, Sikkim e até da  Mongólia,  para receberem  uma educação clássica monástica .

Estatuas de Tara

Recebem ampla formação tradicional além de promoverem  debates sobre temas filosóficos, onde todos participam.

uma das escolas do mosteiro

paineis solares usados no monasterio

Recentemente , começou a funcionar no monastério, uma pequena faculdade de TANTRA,  sob a supervisão do professor da faculdade Gyumed no sul da Índia.

A programação é muito especial  e os monges aprendem como  fazer os rituais, canto , dança ritual e também  estudam os textos tântricos em detalhes . Faz parte dos ensinamentos, instruções de como receber e ajudar os visitantes , que vem ao mosteiro para  cursos e retiro espiritual .

Os monges e monjas se reúnem  duas vezes por dia para as orações dedicadas ao bem-estar e felicidade de todos os seres vivos.

 Nem todos os monges que chegam a Kopan, estão interessados em seguir uma carreira monástica. Depois de terminar a série de estudos, os que desejam dedicar suas vidas ao exercício de atividades religiosas podem fazê-lo,  sob a orientação de professores qualificados e mestres de meditação.

 

Todas as instalações, alojamento, alimentação e educação no mosteiro são totalmente gratuitas para todos os monges e monjas. Assim todos que desejarem seguir a   a vida religiosa  terão as condições e oportunidades.

ensinamentos

As  despesas são financiadas  através do programa de cursos de meditação para os visitantes estrangeiros, bem como através de um sistema de patrocínio em que as pessoas  contribuem, com doações,  para as despesas   com a  manutenção do monastério.

alguns participantes de um retiro espiritual

 Desde o início Kopan foi concebido , pelos seus fundadors  Lama Yeshe e Lama Zopa Rinpoche, como um local de estudo e meditação para os sangha dos Himalaia e os seus muitos estudantes estrangeiros.

Preservando até hoje essa tradição,  Kopan tornou-se um lugar único, um lugar de encontro entre Oriente e Ocidente, entre a vida religiosa e mundana. Um oásis para os milhares de visitantes estrangeiros, que buscam nesse local ensinamentos preciosos para alimento do corpo e do espírito.

Lama Rinpoche Amnyi

um dos grupos de estudos, no Mosteiro

Holi – Festival das Cores

Holi, também chamado de Festival das Cores, é um popular festival hindu que acontece na época da primavera na Índia, e tem uma longa tradição em todo o país. O Holi acontece também em  outros países onde a religião hindu é professada, como o Nepal . 

As cores do Holi

No Nepal, o Holi é considerado também  um dos mais importantes festivais , uma vez que mais de 80% das pessoas no país são hinduístas. O Holi, junto com muitos outros festivais hindus, é comemorado no Nepal como uma festa nacional e todo o povo celebra esse dia independentemente da sua religião. 

comprando o pó colorido

O dia de Holi é também um feriado nacional no Nepal. É celebrado depois na ultima lua cheia do mês lunar de Phalugna ou Falguna (Phalgun Purnima), que geralmente cai no final do mês de fevereiro ou início de  março.

o povo se divertindo, "brincando o Holi"

Em 2010, Holi (Dhulandi) aconteceu no dia 1 de  março na Índia e no dia 28 de fevereiro no Nepal.  Como estive em 2010 na India e Nepal , tive a alegria de festejar o Holi  junto com os nepaleses e com os indianos.

Ao longo de todo o dia, as pessoas se pintam, se abraçam e desejam mutuamente “Feliz Holi”.

nuvens coloridas se espalham por todos os lugares

O principal dia do Holi, também conhecido como Dhulheti, Dhulandi ou Dhulendi, é celebrado por pessoas jogando uns nos outros um pó colorido. Esse pó, disponível em diversas cores, é diluído em água antes de ser usado, misturado ou não com água.

a beleza das cores

 Uma grande brincadeira? Certamente é. Mas, como tudo na Índia até a festa das cores tem um significado especial. Segundo a tradição , as cores jogadas nas pessoas serve para  tirar as más energias e torná-las  mais “coloridas” , ou seja, mais , joviais. O festival celebra a vitória do bem contra o mal e o triunfo da devoção. 

as crianças brincando o Holi

Os historiadores contam que o Holi antecede em muitos séculos o nascimento de Cristo e são muitas as lendas que explicam o seu surgimento. Um delas conta que Vaishnava  Hiranyakashipu ,o rei dos demônios era   invencível e  impossível de ser morto . Ele não podia ser morto “durante o dia ou a noite; dentro ou fora de casa; nem no céu nem na terra;nem por um homem nem por um animal.

os preparativos para acender a fogueira - Holika Dahan na Índia

 

Holika Dahan em Kathamandu, no Nepal

Dessa forma se tornou arrogante e atacava os céus e a terra. Ele ordenou que o povo parasse de adorar os deuses e começassem a adorá-lo. Apesar disso seu próprio filho Prahlada ,  era um devoto de  Lord Vishnu. 

um dos milhões de "foliões"

A despeito de todas as artimanhas feitas por Hiranyakashipu para que Prahlada  mudasse  seu comportamento, ele continuou oferecendo preces  para  Lord Vishnu.

Uma das milhares de festas celebrando o Holi , em Katmandu, Nepal

Finalmente Hiranyakashipu  combinou com sua terrível irmã Holika, que tinha o poder de não se queimar, que ela entraria em uma fogueira com Prahlad em seus braços para matá-lo. Mas Holika se deu mal porque  não sabia que o seu poder de enfrentar o fogo seria anulado quando ela entrasse na fogueira acompanhada de outra pessoa. Quando o fogo parou de crepitar, todos olharam estarrecidos o corpo carbonizado de Holika enquanto  Prahlada  estava ileso .

Holika Daham

  A tradição da queima Holika ou o “Holika Dahan” vem principalmente a partir desta lenda. Os preparativos para o Holi começam algumas semanas antes do festival, quando as  pessoas   reúnem madeira para as fogueiras que serão acesas na noite de Holi. A preparação do cardápio e da comida, também fazem  parte da celebração do Holi  e começa muitos dias  antes do festival  . Uma variedade de pratos ,  que fazem  parte da rica culinária indiana   e nepalesa, são servidos durante as celebrações.

Naan é um pão fino e macio, assado em um forno especial Os pastéis são os famosos “samosas”, recheados de verdura ou frango. DELICIOSOS

E as sobremesas!!!!!!!!!!Hum tudo de bom. Essa é o Gulab Jamum , bolinho de leite com caldo de essências de rosa, tem sabor puxado para o anis e cardamomo, super gostoso!

A festa começa com o acendimento das fogueiras ao anoitecer  e continua durante todo o dia seguinte, com muita música, cantos,  dança e festas espalhadas por toda a cidade. 

A alegria é dominante  ao longo de todo o dia do Holi e a noite as famílias recebem em suas casas seus familiares e amigos para o jantar de celebração finalizando esse dia ,onde a descontração e alegria foram os personagens principais .

alegria é a palavra de ordem

Holi mais  um dos belos  “rituais sagrados” desse povo cuja cultura permanece e  se perpetua  através dos séculos.

A união

Pashupatinath – Templo do Senhor dos Animais

Vista Geral do Templo de Pashupatinath

O mais sagrado santuário dedicado a Shiva que há no Nepal, antigo reino encravado nos Himalayas, e hoje república. O templo é  tão importante para os devotos , a ponto de se referirem a Katmandu como  “a terra do templo de Pashupatinath”. 

Pashupatinath

Subindo pela margem ocidental do rio Bhagmati, o principal do vale de Kathmandu, a cerca de 7 km da capital, encontramos um belo conjunto de pequenos templos, estátuas e imagens de deuses hindus, como Ganesha, Karttikeya, Hanuman, Lakshmi, Vishnu e, até mesmo o Buddha, entre outros.

o rio sagrado onde são feitos os rituais de purificação e cremação e onde as cinzas são jogadas

Nesse sítio sagrado, existem também, numerosos santuários, cada qual com um ” lingam (falo) de Shiva”( Shivalingam), e outros muitos lingans , também ao ar livre , espalhados  por todo lugar , erigidos em diversas épocas, por personagens importantes do reino, além de várias estátuas deles próprios.

ghats da cremação

O lingam, para os hindus tem um significado sagrado ( não sexual), pois representa uma das fazes mais importantes da divindade Shiva, a fertilidade, a união do céu com a terra, a criação.

eu junto a um "LIngam de Shiva"

local da cremação

Os “ghats” (degraus) que levam às águas do rio onde são feitos os banhos rituais e de purificação. As plataformas de pedra,  onde se fazem as cremações dos corpos e de onde, no mesmo rio em que se banham, são lançadas suas cinzas. 

Sadhu

 No local podem ser vistos sadhus, homens santos, que vêm de diversos locais do país e ficam sentados em diversos  lugares do templo, a espera de donativos dos milhares de devotos que  por ali transitam.

 São figuras estranhas, para nós ocidentais, e se quisermos tirar fotos com eles, não tem problemas, temos apenas que oferecer uma gorjeta.

 

No meio desse amontoado de seres reais e fantásticos, ergue-se o Templo do Senhor dos Animais, local de peregrinação para hindus, desde todo o Nepal até o sul da Índia.

entrada do templo, vendodo-se no alto a figura de Lord Shiva e abaixo o touro Nandi

Ritual de purificação

Aqui se comemora o festival anual de Shivaratri, uma noite dedicada ao Senhor Shiva, que cai geralmente na última semana de Fevereiro, numa terça-feira. 

o rio sagrado

Não se sabe exatamente  quem, ou quando foi construído o templo (como de resto pouco se sabe sobre a História nepalesa antes do sec. XVI).

preparando o corpo para cremar

gaths de cremação

Acredita-se que a construção tenha sido erguida no sec. IV, pelo príncipe Pusoopush Deo, o quarto príncipe da dinastia Sooryabamsi, que o dedicou a Pashupati Mahadeva. E depois teria sido reformado, também, que no sec. VIII , por Adi Shankaracharya.

uma das muitas estátuas, representações da criação divina, da fertilidade... segundo a crença hindu

 Em 1349, o sultão Shamsuddin, de Bengala, invadiu o templo e lhe causou grandes estragos, principalmente a suprema ofensa de ter quebrado o  Shivalingam. Mas o “lingam” de Shiva foi reposto, dez anos mais tarde, em 1359, por um Primeiro Ministro dos reis Malla.

O LIngam de Shiva, no Templo

O templo foi reconstruído em 1697, pelo rei Bhupalsingh Malla, depois de ter sido destruído por cupins e apenas aos hindus  é  permitido a entrada no templo .

Os visitantes não hindus tem que se conformar pois só é permitido  dar uma olhada do outro lado da margem do  rio Bagmati.

O templo tem o formato de um  grande pagode, com dois telhados cobertos de metal dourado, Em frente ao portão sul, há várias imagens também douradas de reis e rainhas da dinastia Shah.

o templo em estilo pagoda

No interior do templo há somente o “Lingam de Shiva” (Shivalingam),  com quatro faces dele próprio. É uma escultura de pedra, cilíndrica (o falo, representa o eixo do mundo),  o poder do deus que une o céu e a terra – o infinitamente superior e o infinitamente inferior  e que olha e pode ser olhado dos quatro pontos cardeais (as quatro faces).

A figura imponente de Shiva na entrada to templo

GAnesha ao lado de seu pai Lord Shiva, na entrada do templo

 Na  face oeste do lingam, há uma enorme estátua dourada do touro Nandi,,  montaria preferida de Shiva., com seus testículos em evidência lembrando os antigos deuses teromorfos da fertilidade.

a estatua do touro Nandi, revestida de dourado, guarda a entrada do templo

  Ganesha, o mais popular e reverenciado dos deuses hindus, aquele que traz fartura, boa sorte e abundancia o que remove os obstáculos.

o rio sagrado

Lord Shiva temenrolada no pescoço uma serpente que lhe serve de colar e dois rios descem do Himalaya por seus cabelos  e passam a seu lado, à direita e à esquerda.

ao fundo o templo de Shiva

Os rios que alimentam a vida, a fertilidade da terra, como o Bhagmati, o Ganges e todos os outros, são como os fios de sua cabeleira. Shiva é considerado a própria montanha, o próprio Himalaya. 

Visitar esse local é um grande desafio  pois entramos em contato com  duas faces do existir:  a beleza e a sujeira . Elas se encontram a nossa frente e nos ensinam a fazer uma profunda reflexão em nossos valores e na maneira com a qual olhamos o mundo.    E a escolha do “ver” é nossa.

Tudo é aquilo que lhe parece ser

 

Swayambhunath – o Templo dos Macacos

Swamyambhunath

É um dos mais antigos sítios religiosos do Nepal, situado em uma colina na parte oeste da cidade de Katmandu, sendo  visível em toda a cidade

A Stupa

Desde o século 5  já era um importante destino para os peregrinos budistas. A história do local, ela mesma, é mais antiga do que a própria chegada do budismo no Vale de Katmandu.

os macacos sagrados

Conhecido também  como  Templo dos Macacos, porque existem muitos macacos e eles são considerados sagrados . 

entrada principal

Como em todos os sítios budistas existe uma grande stupa toda branca que se ergue imponente no meio desse local

os olhos se destacam e parecem nos observar

 Em todos os lados da stupa  os olhos de Budha que tudo vê, se destacam . No meio dos olhos está desenhado uma representação  estilizada do numero “1”, no alfabeto nepalês, significando que o budismo é o caminho da iluminação.

haja coração pra tantos degraus!!!!!!!!

Segundo a lenda, Budha plantou uma flor milagrosa de lotus que surgiu do lago e uma vez cobriu todo o Vale de Katmandu. A flor irradiava uma luz brilhante e iluminava todas as divindades de santos que  habitavam aquele lugar.

depois da subida, um merecido descanso e um gole de agua

Bodhisatva Manjushri  construiu então um caminho através das montanhas  contornando  o lago para permitir que os humanos pudessem  fazer uma peregrinação a esse lugar sagrado. A água foi drenada  do local e a Luz da Flor de Lótus se transformou na Stupa de  Swayambhunath .

as rodas de oração budista

No Nepal a tradição religiosa é um misto de Hinduísmo e Budismo. Os peregrinos que visitam o local  são  tanto  hindus quanto  budistas , do Nepal e do Tibet.

Swayambhunath a noite

Muita da iconografia de Swayambhunath vem da tradição de Vajrayana, do Budismo tibetano. Entretanto, o complexo é igualmente um local importante para budistas de muitas escolas, e igualmente venerado por Hindus.

vista de Swayambhunath no alto da colina

 Toda manhã bem cedo os peregrinos enfeitam o local com o colorido das suas roupas e a devoção que lhes é característica. Sobem os 365 degraus que levam até a stupa e ali prestam sua homenagem.

peregrinos e os 365 degraus

Quando ali estive, andando por aqueles caminhos já percorridos por tantas pessoas ao longo de milênios, senti uma emoção especial.

um sadhu que presta sua devoção a esse local sagrado

A sensação era de familiaridade com tudo aquilo que estava tendo o privilegio de ver e de realização por ter  tido coragem de ultrapassar os julgamentos, preconceitos e crenças e assim poder enxergar a beleza de todos os lugares que visitei nesse lindo país encravado nos Himalayas.

a cidade de Katmandu, vista do alto de Swayambhunath

Kumari – A Deusa Viva do Nepal

Uma das "Kumaris"

Um pouco da História da Deusa Menina

No Nepal , desde tempos imemoriais , há mais de 2.600 anos, é realizada  a prática da adoração da “Deusa Viva”, representado pelo  culto à Kumari.

Entrada principal do palácio da Kumari

Entrada principal do Palácio da Kumari - Katmandu

  O culto  impõe a veneração de uma criança, símbolo da pureza, escolhida após  realização de severo ritual de iniciação e investida com o supremo poder de Deusa e adorada pelo povo como divindade. 

A Deusa Viva

 Entretanto,  segundo a tradição  quando chega a puberdade , com a primeira menstruação , perde o status de deusa e o ritual da procura de outra Kumari é iniciado.

vista parcial do Palácio

Essa menina é chamada de KUMARI  DEVI . A palavra Kumari  , no idioma  “nepali” significa Virgem  e a criança entronizada  é considerada  como encarnação temporária de Taleju Bhawani,  que é a manifestação da face feminina da  deidade DURGA,  a Mãe Universal .

Pátio Interno do Palácio, onde os turistas esperam a aparição da "deusa"

Pátio Interno , onde os turistas esperam a aparição da "deusa" ( na janela do meio)

 A seleção para a escolha da DEUSA VIVA, é um ritual tântrico elaboradissimo. Depois de passar nos testes preliminares, compostos de 32  atributos de  perfeição, como ter a pele perfeita, sem nenhuma cicatriz, traços particularmente finos, personalidade angelical, cor dos olhos que devem ser pretos e os cabelos também, ter todos os dentes,   som da voz, etc , seu horóscopo deve também ser analisado e apropriado e  o astrólogo oficial dá a última palavra. 

Kumari saindo do palácio para um dos festivais de Katmandu

São crianças na faixa de 3 ou 4 anos  e a escolhida   reina  até a vinda da primeira menstruação pois segundo a tradição, a deusa não pode ter nenhum  tipo de sangramento.  

Pátio do Palácio, esperando a aparição da Kumari

Quando isso acontece a Kumari volta a ser uma simples mortal e a busca pela nova Kumari, recomeça. Embora a Kumari tenha que ser sempre uma criança budista, da casta Sakya, é adorada tanto pelos hinduístas quanto pelos budistas .

Vista geral do pátio interno do Palácio

O Palácio  da DEUSA VIVA  é uma construção magnífica com intricados cômodos como um labirinto, com janelas em madeira trabalhada, construída para a deusa há muitos anos pelo último rei da dinastia Malla. Foi ele que instituiu o culto da Kumari por razões que ainda continuam confusas. Mas as regras do culto são implacáveis e imutáveis e perduram até os dias de hoje. 

detalhes da fachada do pátio interno do palácio

Ao longo do tempo a Kumari  se transformou em uma verdadeira atração turística do país. Como os estrangeiros não tem permissão para visitar a Kumari, grupos de turistas  se postam em  um grande pátio aberto, logo após o pórtico de entrada do Palácio, única área permitida e  esperam às vezes  por horas a “aparição da DEUSA na janela , o que acontece por breves segundos quando eles tem “sorte” . 

vista geral da Dubar Square, com o Palácio da Kumari a direita

Ela  não  fica mais que meio segundo  e é proibido tirar fotografias. Diz a lenda que quando ela aparece na janela e oferece um meio sorriso…é sinônimo de boa sorte para os visitantes.  A Kumari não pode sair de seu palácio, nem mesmo para ir ao pátio interior. Ela cresce sem jamais sentir o mínimo raio de sol bater ou a menor gota de chuva escorrer sobre a pele e jamais pode colocar seus pés no chão e nos seus deslocamentos é sempre carregada no colo.

Kumari carregada no colo pelas pessoas que estão ao seu serviço

 Ela é maquiada, coberta de jóias e finalmente colocada no alto de um trono de ouro para receber seus visitantes, todos a seus pés para ganhar a bênção que traz boa sorte.

eu na Dubar Square tendo ao fundo o Palácio da Kumari

Seus deveres públicos consistem em fazer aparições ocasionais em uma janela encravada no Templo e também participar da cerimônia de cerca de 6 festivais , por ano.

 

A cada manhã, é banhada  por seus serviçais , em um ritual impressionante de cerimônias e de preces que acontecem em um ambiente infestado de incenso. A Kumari recebe muitas oferendas, presentes e até dinheiro dos visitantes. Quase tudo vira  benefício para seus guardiões (todos provenientes da mesma família há gerações) porque, no dia de sua partida, a deusa deve deixar o palácio de mãos vazias.   

 

Se por um lado o reconhecimento e adoração chegam das ruas, das casas, dos templos e do palácio real, de outro vem rejeição. Uma lenda nepalense roga que as ex-kumari trarão vida curta a seus maridos. Logo, muitas terminam relegadas à solidão.

outra vista do palácio da Kumari

O fim da divindade traz em geral complicações sociais e domésticas às meninas e às respectivas famílias.

Uma das Kumari

Há quem diga que a tradição fere leis internacionais de direitos infantis. A religião se impõe. A queda da monarquia no Nepal em maio de 2008, após 240 anos de prevalência, e a sucessiva ascensão de um governo de coalizão maoísta não fizeram romper o culto.  

Visitar  a morada da Kumari é muito especial e imperdível. Parece que  voltamos no tempo e somos  testemunhas de um passado, que vive na história dessa menina, símbolo de devoção, uma deusa viva para seu povo. 

Caminhar pelas ruas de Katmandu significa encontrar sempre com a beleza, tanto dos magnificos templos budistas e hinduistas , onde os devotos convivem em perfeita harmonia, quanto com a magia e a tradição que estão sempre presente onde quer que estejamos .

NAMASTÊ

 

 

O tesouro da Arte Thangka

O Lama e o discipulo

Um pouco da História dessa Arte milenar

Thangka é um tipo de pintura originária do Tibete, durante o reinado do rei Songtsen Gampo, no século VIII, que convidou artistas do Nepal ao Tibete para pintar os murais do templo de Tsuglagkhang, o templo principal da capital de Lhasa.

A beleza e o colorido dessa arte milenar

 Mais tarde, no século XI, a arte de Thangka começou a tomar influências do oeste quando o famoso monge e estudioso Rinchen Sangpo trouxe artistas da Caxemira. Todavia, as influências diminuíram quando o budismo enfraqueceu-se na Índia, resultando que o estilo Thangka prevalecesse mais no Nepal.

belissimo trabalho

A partir do século XIV, Thangka obteve influências da arte chinesa, porém até então um distinto estilo já havia se solidificado no Tibete. São são pintadas em tecido de algodão com tintas a base de água coradas com pigmentos orgânicos e minerais fixados com goma.

dificil escolher o mais bonito

É uma arte religiosa que budistas usam para representar deuses, deusas, mandalas e figuras históricas. Cada deidade possui medidas geométricas exatas, estudadas e escritas em antigos manuscritos.

uma escola da Arte Thangka

Essas medidas são baseadas por exemplo, na astrologia, no corpo humano, nas dimensões de diversos tipos de paraísos e de infernos existentes no universo e outros cálculos secretos.

outro tipo de arte thangka

 Não apenas a exatidão das linhas e do tamanho das imagens que possuam grande importância simbólica, mas também suas cores, a posição do corpo e das mãos, os instrumentos exibidos e as oferendas dadas, guardam valores simbólicos. 

Mestre Hom Tamang

Tivemos oportunidade de visitar , em Katmandu, um dos Mestres nessa arte milenar “Hom Tamang” ,  fundador do Buddist Thangka Center (www.buddistthanka.com), uma escola que ensina essa arte milenar.

Escola do Mestre Hom

Ele aprendeu essa arte com seu pai, que por sua vez aprendeu com o avô, artistas conhecidos nessa arte .  

A variedade de cores e formas da Arte Thangks

 Conversar com mestre Hom é um privilegio.  Seu olhar flutua sobre o nosso e a calma e a paz  nos contagia.

NAMASTÊ

Parque Nacional de Chitwan – Nepal

Chitwan - vista geral

 O Nepal traz sempre associado um imaginário de montanhas brancas e geladas. Mas a maior parte da população vive no Terai, uma estreita planície ao longo da fronteira indiana, onde a selva asiática ainda existe em todo o seu esplendor.

outro angulo do parque

É lá que está localizado  o belíssimo Parque Nacional de Chitwan, um parque de vida selvagem. 

por do sol .......indescritível

O Royal Chitwan National Park – tem uma  área  de novecentos e trinta e dois quilómetros quadrados .

o ser humano em perfeita harmonia com a natureza

 A natureza se revela em toda sua abundancia e esplendor  e  a flora e fauna são de uma variedade ímpar .

os elefantes

Diversas espécies de corsas e antílopes, dezenas de símios de vários tamanhos e espécies, muitos crocodilos em meditação enterrados na lama, e autênticos palácios de terra construídos por formigas podem ser vistos no local.

já viram cena mais linda..!!!!!!!

Safáris são organizados pelas agencias de viagens para que o visitante possa desfrutar a beleza desse local. 

que cores!!!!!!!!!!!

Pode-se  fazer safáris fotográficos sobre um elefante e ver de perto , gazelas, crocodilos, aves e, se tiver muita sorte, quem sabe um tigre.

passeios no lombo dos elefantes

Há passeios pelo Chitwan National Park também em canoas de fundo chato onde se vê de perto os crocodilos tomando sol nas margens. 

O crocodilo "em meditação"!!!!!

Hoje, Chitwan é dos últimos redutos de selva asiática: um dos últimos para o urso indiano e o tigre de Bengala, o último para o rinoceronte.

olha quem está ai???  o rinoceronte

olha quem está ai??? o rinoceronte

O projeto de conservação, integrado no Patrimônio Mundial da Humanidade, inclui orfanatos para elefantes e centros de criação de crocodilos palustres.

total interação

  Seu sucesso tem sido tão estrondoso que já foi necessário aumentar a área do Parque, criando mais espaço para que todos os animais possam viver sem “interagir” demasiado com as populações em redor. 

Entrada do Parque

As acomodações no Parque Nacional de Chitwan  são em bangalôs rústicos, mas confortáveis e inclui as refeições. 

vsita parcial do Lodge, dentro do parque nacional

vista parcial do lodge , dentro do Parque Nacional, onde o grupo ficará hospedado

Um safári no Parque Nacional de Chitwan está incluído no roteiro do próximo grupo que estarei levando a Ìndia e Nepal, em  janeiro/fevereiro de 2011 e ficaremos hospedados em um lodge, dentro do parque Nacional .

café da manhã

uma refeição ímpar, cercados pela natureza

recepção do Hotel em Chitwan

Se podemos  escolher  como PARAÍSO  algum lugar do planeta terra, certamente  Citwan ,  é um dos principais candidatos.

Convidamos você a conhecer conosco esse paraíso